Cuidado com o que você fala…

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 “A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas e, de alguma maneira, ela nos ajuda criar a nossa realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para nos comunicarmos melhor. A seguir estão algumas palavras e expressões a que devemos estar atentos quando falamos, porque elas podem nos atrapalhar:

1. Cuidado com a palavra NÃO, a frase que contém “não”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… (não vem nada à mente). Agora vou lhe pedir “não pense na cor vermelha”, eu pedi para você não pensar no vermelho e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer;

 2. Cuidado com a palavra MAS, que nega tudo que vem antes. Por exemplo, “o Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas…..”. Substitua MAS por E quando indicado;

 3. Cuidado com a palavra TENTAR que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, “vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Tenho grande chance de não ir, pois, vou “tentar”. Evite “tentar”, FAÇA;

 4. Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU;

5. Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO, DECIDO NÃO, ou NÃO PODIA, NÃO CONSEGUIA, que pressupõe que vai poder ou conseguir;

 6. Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Por exemplo, “eu tinha dificuldade de fazer isso”;

 7. Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou conseguindo”;

8. Substitua SE por QUANDO. Por exemplo, em vez de falar “se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”, fale “quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. Quando pressupõe que você está decidido;

 9. Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, em vez de falar, “eu espero aprender isso”, fale: “eu sei que eu vou aprender isso”. Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem;

10. Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, em vez de dizer “eu gostaria de agradecer a vocês”, diga “eu agradeço a vocês”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.”

Fonte: www.pnl.med.br

Quando me amei de verdade…

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“Quando me amei de verdade, pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar.

Quando me amei de verdade, pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado inclusive eu mesma.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e – qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.”

Autores: Kim McMillen & Alison McMillen, extraído do livro “Quando me Amei de Verdade”

Vídeos Sugeridos

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“Máfia no Divã”

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“A Máfia volta ao Divã”

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“Jornada da Alma”

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“Freud Além da Alma”

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“Do que as mulheres gostam”

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“O diabo veste Prada”

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“Quando Nietsche chorou”

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“Efeito Borboleta I, II, III”

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“Melhor Impossível”

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“Longe dela”

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Em 2010…

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“Que você tenha tranqüilidade para viver,

Que o dinheiro venha como resposta saudável do trabalho que o faz acordar cedo todos os dias,

Que suas apostas não sejam no futuro mas em você mesmo,

Que a sua felicidade dependa do que você fizer e não do que fizerem com você,

Que domingos sejam mais do que churrascos gordurosos,

Que milagres aconteçam quando você pedir com fé,

Que ninguém mude a sua vida sem que você consinta,

Que seus vizinhos gostem de boa musica.

E, acima de tudo, que você seja muito feliz com a futura pessoa na qual está se transformando.”

(Lou Bertoni)  

Literaturas Sugeridas

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“A erva do diabo”- Carlos Castañeda

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“Sonhar, dormir e psicanalisar: viagens ao informe” – Decio Gurfinkel

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 ”O poder do Silêncio” – Carlos Castañeda

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“Asas presas no sótão” – Fátima Florido Cesar

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“Uma estranha realidade” – Carlos Castañeda

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“O lobo mau no divã” – Laura James

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“O segundo círculo do Poder”- Carlos Castañeda

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“O presente da Águia” – Carlos Castañeda   

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“A Arte do sonhar” – Carlos Castañeda

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“O fogo interior” – Carlos Castañeda  

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“Viagem a Ixtlan” – Carlos Castañeda   

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“Louco pra ser normal” – Adam Philips

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 ”Relatos de Poder”- Carlos Castañeda

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O Amor…

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“O amor nos tira o sono, nos tira do sério, tira o tapete debaixo dos nossos pés, faz com que nos defrontemos com medos e fraquezas aparentemente superados, mas também com insuspeitada audácia e generosidade.

E como habitualmente tem um fim – que é dor – complica a vida.

Por outro lado, é um maravilhoso ladrão da nossa arrogância. Quem nos quiser amar agora terá de vir com calma, terá de vir com jeito.

Somos um território mais difícil de invadir, porque levantamos muros, inseguros de nossas forças disfarçamos a fragilidade com altas torres e ares imponentes. A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranqüilidade, querer com mais doçura.

Às vezes é preciso recolher-se.”

(Autora: Lya Luft)

Às vezes é preciso recolher-se…

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“Às vezes é preciso recolher-se.
O coração não quer obedecer, mas alguma vez aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de sabedoria, e dói.
Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de ser doloroso parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos escutar essa lição da vida, amadurecer parece algo sombrio, definitivo e assustador.
Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos.”
Autora: Lya Luft

Canção na plenitude

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“Não tenho mais os olhos de menina  nem corpo adolescente, e a pele translúcida há muito se manchou.

Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins. (Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)

O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos.

A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria, a maturidade que busca te agradar quando antigamente quereria apenas ser amada.

Posso dar-te muito mais do que beleza e juventude agora: esses dourados anos me ensinaram a amar melhor, com mais paciência e não menos ardor,

A entender-te se precisas, a aguardar-te quando vais,  a dar-te regaço de amante e colo de amiga, e sobretudo força — que vem do aprendizado.

Isso posso te dar: um mar antigo e confiável cujas marés — mesmo se fogem — retornam,  cujas correntes ocultas não levam destroços mas o sonho interminável das sereias…”

(Autora:  Lya Luft)
2010 Reflexões no Divã. iPod converter.
 
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