“Nunca veja o mal em ninguém – veja o bem. Mesmo quando o mal for demasiado, tente encontrar o bem. Por que é impossível se encontrar um homem que não tenha nenhum bem em si… E o que quer que você veja, cresce em você. Esse é o segredo.”
(Osho)
Reflexões no DivãPsicologizando o Cotidiano…
jan 31
“Nunca veja o mal em ninguém – veja o bem. Mesmo quando o mal for demasiado, tente encontrar o bem. Por que é impossível se encontrar um homem que não tenha nenhum bem em si… E o que quer que você veja, cresce em você. Esse é o segredo.” (Osho) jan 31
“Não saias, é no interior do homem que habita a verdade.” (Carl G. Jung) jan 31
“Quem nunca ouviu uma dessas frases? “Tem gente que é só feliz quando o outro está por perto” ou ” a pessoa cada vez mais precisa da outra e vira um vicio e a outra pessoa sentindo que esta numa prisão”; “é ruim para os dois quando acontece isso”. Ou seja, ela DEPENDE de algo (o amor) de alguém pra ser feliz, não consegue sequer conceber a felicidade longe do seu objeto de adoração. Parece que “falta o chão” quando ele (ou ela) não está por perto. Essa dependência, não se resume aos casais apaixonados de namorados, mas também atinge o círculo familiar, amigos, etc. e quem depende raramente consegue ser feliz, uma vez que não consegue se libertar desse “vício”. Chamo a isso de vício, porque tal dependência assume várias vezes o caráter de “muleta afetiva”. Sem a muleta, toma-se um tombo atrás do outro. Isso se dá porque algumas pessoas fazem de outras o centro de suas atenções, e quando ausente não tem a quem entregar-se. Para quem é dependente: Mas que tal se você desse essa atenção a si mesmo (a)? Partindo do princípio que só conseguimos amar se nos amamos, podemos deduzir que dependência não é amor, é egoísmo! Lamento informar mas sacrifícios não seguram ninguém ao lado de outras pessoas quando estas não querem ficar. Não adianta jogar pro alto uma carreira, estudos família, etc., se o parceiro não tiver que ir embora irá, porque muitas vezes o relacionamento pesado também é um sacrifício do qual ele quer se livrar. No entanto certos sacrifícios são normais no começo da relação, porém a medida que o tempo passa, e o casal vai se conhecendo melhor, a tendência é se sentirem mais seguros em relação ao outro. O motivo: Medo da solidão Sabemos que ninguém consegue viver sozinho(a) em nenhum âmbito da vida. Por esse motivo algumas pessoas quando se relacionam se tornam automaticamente dependentes afetivos do outro, e transferem a responsabilidade de sua felicidade para o outro. Liberdade No entanto, a única forma de se livrar da dependência afetiva é melhorar sua auto-estima. Mas vamos separar bem as coisas: Existem casos de Amor Patológico onde é necessário fazer tratamento terapêuticos. Sim, isso parece fácil de falar e já virou chavão. A questão é COMO FAZER? A única forma de se libertar dessa dependência afetiva é melhorar a auto-estima. Você deve SE AMAR, antes de amar qualquer outra pessoa. Valorizar-se. Egoísmo? Não. Egoísmo é amar somente a você, mais ninguém, e não é bem isso que estamos tratando. Estamos falando de valorizar seu passe; o que significa gostar mais de si mesmo, aceitar suas qualidades com humildade e seus defeitos com naturalidade; não se cobrar em demasia, afinal nossa vida é um aprendizado e não há obstáculo que não possa ser removido: aquilo que você acha que é defeito hoje, poderá ser qualidade amanhã. Portanto aceite-se como você é. Não mude pra agradar as pessoas, mude de pessoas. Seja alegre, e a vida o cercará de pessoas alegres; dê amor e a vida o cercará de pessoas amorosas; cultive a bondade a vida o cercará de pessoas boas. Ta bom, eu sei que isso é difícil. Vamos passar da teoria à pratica, ok? Vamos lá! - Não deixe em HIPÓTESE ALGUMA que sua mente seja dominada por pensamentos deprimentes. Isso exige treino. - Ouça músicas que te lembrem apenas coisas boas. - Afaste-se DE UMA VEZ POR TODAS das pessoas negativas. - Jogue fora suas roupas velhas, rasgadas e rotas. Use coisas novas, limpas e bonitas. - Mude alguma coisinha na sua aparência (pra melhor). - Preste atenção em seus gestos. Aja sempre com calma, fale baixo e evite cenas de estresses (comumente chamadas de “barracos”). Para quem tem dependentes afetivos: Quando se ama é natural querer a pessoa sempre por perto, afinal o amor é uma maravilhosa troca. O que deixa de ser normal é quando essa pessoa começa a viver em função de ti. É preciso convencê-las que pra dar amor não é necessário (nem salutar) ficar grudado 24 horas por dia; que mesmo juntas as pessoas continuam a tocar suas vidas. Estar presente na vida de alguém não significa ficar grudado como adesivo, mas fazer sua presença ser notada MESMO À DISTÂNCIA. Essa é a sua “missão”. Fazer a pessoinha entender isso. Mas como? - Faça o possível pra não discutir. - Faça com que a pessoa entenda que você tem obrigações a cumprir, e que tais obrigações não podem ser adiadas. - Nunca aceite chantagem emocional; nem cobrança exagerada. Se a pessoa estiver desequilibrada, oriente-a buscar ajuda terapêutica, familiar ou religiosa. - Não deixe a pessoa mal acostumada, ou seja jamais deixe de cumprir uma obrigação pra fazer as vontades do seu amor. - Faça com que ela enxergue a própria vida. Incentive a pessoa a estudar, trabalhar, ocupar a mente de alguma forma, ou pelo menos se dedicar um pouco mais às suas atividades. - Não se sinta culpado por não corresponder aos anseios desequilibrados da outra pessoa. - E não esqueça: que você deve se amar antes de mais nada: se o relacionamento ficar insustentável, termine! Não seja escravo de ninguém.” (Fonte: http://psiconversa.blogspot.com) jan 31
“Existe dois meios de enfrentar o fato de estarmos vivos. Um é render-se a ele, seja concordando com suas exigências, seja lutando contra elas. Outra é moldando nossa situação particular de vida para que ela se adapte a nossas próprias configurações.” (Carlos Castañeda, em “A Arte do Sonhar”) jan 31
“La vida es una obra de teatro que no permite ensayos. Por eso, canta, llora, baila, ríe y disfruta intensamente cada momento de tu vida, antes de que el telón baje y la obra termine sin aplausos.” (Charles Chaplin) jan 31
“As coisas sempre terminam bem. Se ainda não estão bem é porque não chegaram ao fim.” (Fernando Pessoa) jan 31
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim… Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante para mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível… E que esse momento será inesquecível… Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre… E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho… Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que e nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe… Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas… Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”. Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante para mim, sem ter de me preocupar com terceiros… Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!!!” (Autor: Mário Quintana) jan 29
“Um relacionamento nunca cria nada. Ele só pode trazer algo que já é existente. Assim, nunca jogue a responsabilidade no outro. O outro é, no máximo, uma ajuda para lhe mostrar as subcorrentes de sua mente. Cada relacionamento é um espelho; ele revela sua identidade a você.” (Osho) 2010 Reflexões no Divã. iPod converter. |
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