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jun 25
“Do último post que publiquei até hoje, recebi por email esse texto sobre motivação quatro vezes. Não sei se as pessoas os enviam para mim porque sabem que detesto essas correntes ou se realmente imaginam que semelhante baboseira me comove. Se você ainda não teve o desprazer de recebê-lo, copiei-o lá embaixo. Caso você reconheça as primeiras linhas logo de cara, então vamos à minha opinião:
Esse texto é uma grande bobagem. Uma tentativa infantil de elevar o moral de uma equipe, através de um exemplo furado apoiado num argumento capenga, muito típico do pernicioso auto-atrapalha.
Quando o gestor da empresa fala que ninguém é insubstituível, ele está coberto de razão. Se amanhã cair um cofre na cabeça do estagiário a empresa pára? Se a diretora financeira for eletrocutada por seu secador de cabelo a empresa fecha? Se o presidente da companhia cair de cabeça da sua bicicleta no fim de semana, a empresa vai à falência? Improvável.
Beethoven – a música acabou quando ele morreu?
Os exemplos citados (Beethoven, Gandhi, Garrincha etc.) são extremos, exagerados, fora de propósito. Colocam-se lado-a-lado coisas incomparáveis e tiram-se conclusões descabidas. Não dá para estender a genialidade de um fora-de-séria à toda a raça humana.
O fato de Ayrton Senna, Tom Jobim e Pelé terem sido gênios – e, hum, digamos “insubstituíveis” – não quer dizer que o malandrinho da xerox também o seja. Nem tampouco o CEO.
Além disso, tem o inevitável destino do ser humano, onde todo mundo morre. Inclusive o Beethoven, o Gandhi, o Garrincha, eu, você e o gestor da historinha.
Quando o Garrincha morreu, o futebol não acabou e o Brasil não deixou de ganhar títulos (aliás, o Brasil foi campeão em 1962 sem Pelé – haverá alguém mais “insubstituível” no futebol do que Pelé?). O mundo não acabou quando o Beethoven morreu, muito menos a música clássica. Vou mais além: se alguém tivesse continuado fazendo música exatamente como Beethoven, até hoje, talvez não achássemos mais sua música tão genial assim. Adoramos porque sua fonte se esgotou. É uma versão do princípio da Escassez.
O mundo também não acabou quando Gandhi se foi – discute-se, aliás, se sua morte não teria apressado a evolução do processo político indiano – e vai continuar muito parecido quando eu, você e o gestor da historinha morrermos. Talvez seus colegas ganhem o dia de folga para ir ao seu enterro, mas no dia seguinte eles terão um relatório a mais para preencher.
Peço desculpas pela frieza do texto até aqui, mas o mundo – especialmente o corporativo – é assim. Nele, você provavelmente não é Beethoven nem Garrincha. Mesmo se fosse, você não seria imortal nem, por conseguinte, insubstituível. E se houver alguém insubstituivel na sua empresa, então ela corre sérios riscos.
* * * * * * * * * *
Garrincha – o Brasil deixou de ganhar títulos quando ele se foi?
Algumas pessoas me criticam por eu ser excessivamente duro com os textos de auto-ajuda. Dizem que ao menos eles são úteis para dar esperança às pessoas, mostrando que elas têm espaço para melhorar. Não tenho dúvidas de que quem lê textos de auto-ajuda tem espaço para melhorar. Aliás, quanto mais acreditar nesses textos, maior é o caminho que tem a percorrer.
Mas sempre que leio algo assim sinto-me na obrigação de dar uns puxões de orelha. Especialmente nos que se deixam levar por argumentos rasos e apelos sentimentalóides. Isso não é motivação. É pura enganação. Use esses textos de auto-ajuda para exercitar o seu senso crítico. Você tem muito mais a ganhar com isso.
Se ainda assim você precisar de palavras que te motivem a melhorar como profissional, tenho três delas que são excelentes porque infalíveis: estude, estude, estude.”
O TEXTO DA DISCÓRDIA
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível” . A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
- E Beethoven?
- Como? – encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio. O funcionário fala, então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc…
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus “erros/deficiências”.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico…
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.”
(Fonte: Blog O Lider Acidental)
jun 24
“O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer… mas???
Chegam sozinhas e saem sozinhas…
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos…
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dancer”, incrível.
E não é só sexo não!
Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama … sexo de academia . . .
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas…
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção…
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós…
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos…
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário…
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa…
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas…
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados…
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado…
“Pague mico”, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor…
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais…
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida…
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois…
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: “Se um problema é grande demais, não pense nele… E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?”
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado…
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out… ou in…
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
Queira do seu lado a mulher inteligente: “Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”…
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: “amo você”, “fica comigo”, então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!”
(Autor: Arnaldo Jabor, Jornal O Dia)
jun 23
“Gregg Braden, desenhista de sistemas de computação aeroespaciais e geólogo chefe da Phillips Petroleum é um cientista conhecido hoje por unir o mundo da ciência e o mundo espiritual. Vale a pena ler o que ele diz! Se você viu o documentário (DVD) de Louise Hay chamado “Você pode curar sua vida”, ele está lá também dando seus depoimentos maravilhosos.
Você sabe que hoje a ciência já provou através da física quântica que somos energia e que estamos todos conectados através de nossa vibração? Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal, está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria.
Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo, era feito de matéria. Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então achava-se que o núcleo, que é muito pequeno, fosse material. Essa idéia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes, verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas energia condensada, não é matéria.
Mas se tudo que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então no nivel microscópico, nada é material, tudo é vibração , tudo é feito de energia condensada.
Vivemos em um universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente. O que você pensa sobre seu corpo e sua saúde?
Apesar de pouco conhecida ainda, a descoberta do Grande Código Isaias nas cavernas do Mar Morto em 1946 revelou as chaves sobre nosso papel na criação. Entre essas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração que a ciência quântica moderna sugere que tenha o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura à nosso mundo e talvez prevenir as grandes tragédias que poderiam enfrentar a humanidade. Com as palavras de seu tempo, os essênios nos lembram que toda oração já foi atendida por Deus.
Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente como um estado “adormecido” de possibilidade.
A física quântica já foi apelidada de Física das possibilidades por nos dizer que tudo o que imaginamos encontra-se disponível como uma das possibilidades que vamos assimilar em nossas vidas, só deveríamos “atrair” a que desejamos pelo nosso pensamento.
Criar, atrair ou acessar???
À partir dessa perspectiva, nossa oração baseada nos sentimentos deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado no mundo vibracional (quântico, atômico) das infinitas possibilidades. Ou seja, nada é impossível. Quando temos um desejo sincero, este torna-se parte das nossas possibilidades futuras no nível quântico e só precisamos sintoniza-lo.
Então já sabemos que a ciência atual consegue provar através da teoria quântica que pensamento é energia, que toda energia tem uma vibração e que a vibração cria o mundo material, nossos corpos e todo restante ao nosso redor foi e continua sendo criado através das nossas mentes coletivas.
Também sabemos que a luz é uma fonte de energia , então, à que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um novo campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.
Experimento 1
Nesse experimento foi recolhida uma amostra de leucócitos (glóbulos brancos) de vários doadores. Estas amostras foram colocadas em uma sala com um equipamento de medição das alterações elétricas. Nesse experimento, o doador era colocado em outra sala e submetido à estímulos emocionais provocados por vídeos que lhe causavam emoções. O DNA era colocado em um lugar diferente do doador, mas no mesmo prédio. O doador e seu DNA eram monitorados e quando o doador mostrava alterações emocionais (medidas em ondas elétricas) o DNA visualizado através de microscópios muito potentes expressava respostas idênticas e simultâneas. Os altos e baixos do DNA coincidiam exatamente com os altos e baixos do doador. O objetivo era saber a que distancia poderiam estar separados o doador e seu DNA para que o efeito continuasse a ser observado. Pararam de fazer as provas quando chegaram à uma distancia de mais de 80 km entre o DNA e seu doador e continuaram obtendo o mesmo resultado, sem diferença e sem atraso de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Mas o que isso significa?
Gregg Braden diz que isso significa que as células vivas se reconhecem através de uma forma de energia não reconhecida com antecipação. Essa energia não é afetada nem pela distancia e nem pelo tempo. Não é uma forma de energia localizada mas uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.
Experimento 2
Outro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e nele se observou o DNA da placenta humana (a forma mais antiga de DNA) que foi colocado num recipiente onde podiam ser medidas suas alterações. Foram distribuídas 28 amostras em tubos de ensaio para um mesmo numero de investigadores previamente treinados. Cada investigador foi treinado para gerar e emitir sentimentos e cada um podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA mudou de forma de acordo com os sentimentos dos investigadores. Quando eles sentiam gratidão, amor, estima, o DNA respondia relaxando e seus filamentos se estirando. O DNA ficou mais longo. Quando os investigadores sentiam raiva, medo ou stress, o DNA respondia se encolhendo. Tornou-se mais curto e muitos códigos se apagaram. Alguma vez você já se sentiu “carregado” por emoções negativas? Agora sabemos o porquê, uma vez que nossos corpos também se afetam. Os códigos do DNA se conectaram de novo quando os investigadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão, harmonia e estima e em muitos casos houve cura física de doenças. Essas alterações emocionais provaram que eram capazes de ir alem dos efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo, foram capazes de modificar a forma de seu DNA.
Gregg Braden disse que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda criação. Essa energia parece ser uma rede tecida de forma ajustada e que conecta toda matéria . Essencialmente podemos influenciar essa rede de criação por meio de nossa vibração.
Questão de vibração …
Há mais de 30 anos, em 1947, o dr. Hans Jenny desenvolveu uma nova ciência para investigar a relação entre vibração e forma. Mediante seus estudos o dr. Jenny demonstrou que a vibração produzia até geometria.. Ele produziu uma surpreendente variedade de desenhos geométricos desde alguns muito complexos até outros bastante simples em materiais como água, azeite, grafite e enxofre em pó. Cada desenho era a forma visível de uma força invisível.
A importância dessa experiência é que com ela o dr. Jenny provou, sem espaço para dúvida, que a vibração cria uma forma previsível na substancia onde é projetada. Pensamento, sentimento e emoção são vibrações que criam um transtorno sobre a matéria em que são projetados, por essa razão precisamos tomar cuidado com o que pensamos e sentimos.
Muitas pessoas se exercitam, vão à academia, bebem muita água, comem alimentos saudáveis mas vivem com raiva ou pessimismo, assistem sempre aos noticiários negativos, adoram filmes de guerra, drama e violência, conversam sobre doenças, crise financeira , guerras. Estas pessoas geralmente não entendem porque ficam deprimidas. O alimento que ingerimos é importante, mas as emoções são o alimento da alma e esse alimento (emoções) influencia nossa saúde e nosso destino completamente.
Que tal ser amigo de sua alma? Veja coisas engraçadas, divertidas, alegres, bonitas, românticas, interessantes, instrutivas, espiritualistas, otimistas. Deixe o noticiário de lado, as conversas negativas, os livros e filmes violentos e tristes, pois o que isso agrega de qualidade positiva em sua vida? Nada. Negativamente? Tudo! Seja mais feliz, ame-se e cuide do alimento de sua alma.
A chave para obter um resultado entre os muitos possíveis (assimilar uma das infinitas possibilidades que nos cercam) reside em nossa habilidade para escolher nossas emoções e sentir que nossa escolha já esta acontecendo. Vendo a oração desse modo, como “sentimento” nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz esse sentimento. Viver como se o fruto de nossa prece já estivesse à caminho.
Se pensamento, sentimento e emoção não estão alinhados, não há união. Portanto, se cada padrão se move numa direção diferente o resultado é uma dispersão de energia e o resultado de sua oração não é recebido por você. Se por outro lado, os padrões de nossa oração se centram na união, como pode o “material” da criação não responder à nossa prece. “Qualquer um que diga à essa montanha: Sai daí e joga-te no mar – não vacilando em seu coração, mas acreditando que acontecerá, assim será” Marcos 11:23. A chave para que a oração seja eficaz é a união do pensamento, sentimento e emoção.
Com que rapidez isso ocorre? Diz Gregg Braden que alguns de nossos cientistas estão observando que o magnetismo da Terra esta diminuindo drástica e rapidamente. Inclusive já especularam em segredo sobre uma possível alteração dos pólos magnéticos do planeta, prevista justamente para o ano que termina o calendário Maia e as profecias assinalam como o principio de um novo começo – 2012. A tão famosa Era de Aquário …
Diz que quanto maior o magnetismo, maior é o tempo para a manifestação no nosso mundo do que pensamos e sentimos. Por conseguinte, quanto menor o magnetismo, menor será o tempo para nos encontrarmos com a manifestação de nossos desejos e então levara menos tempo para nossos desejos se manifestarem. Isso pode ser algo maravilhoso não? Ou então, menos tempo para a manifestação de nossos medos, caso mantenhamos pensamentos negativos. Tudo depende de você. O que você mais pensa?
Conclusão
Vimos que geneticamente nosso DNA muda com as freqüências que produzem nossos sentimentos e como é que as freqüências energéticas mais altas, que são as do amor, impactam no ambiente de uma forma material, produzindo transformações não so em nosso DNA mas no ambiente que nos cerca. Ou seja, você é muito mais poderoso do que imaginava.
Portanto, quanto mais amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em nossas vidas. E podemos conduzir todo nosso planeta mediante nossos pensamentos positivos em conjunto para o melhor futuro possível.”
(Fonte: Livro “Awakening to zero point” - Gregg Braden)
jun 21
“O processo de evolução é o que todos buscamos. Consciente ou inconscientemente, não importa. Este é o caminho. Dependendo do meio em que vivemos ou nascemos fica mais fácil ou se torna mais complicado aprendermos a caminhar pelas nossas próprias pernas.
É óbvio que isso não é por um acaso. Tudo em nossa vida foi atraído por nós. Mas, como isso acontece? Vou lhes dar alguns pontos para serem analisados e que desta forma poderão se tornar suas “pistas”. Contudo, cabe a cada um escolher seguir, ou simplesmente abandonar sua pista.
Uma coisa é certa: um dia irá ter que prestar atenção em si mesmo.
O que realmente faz a diferença em uma vida são os valores que considero verdadeiros para a caminhada.
Para nos tornarmos efetivamente seres lúcidos, precisamos levar em consideração alguns pontos, os quais destaco:
Reencarnação. Admitir, ou achar que é uma grande besteira, tem tudo a ver com o que vou aceitar como possível em meus valores. Por que será que ela existe e qual a finalidade?
Dinheiro. Pode ser a causa ou a consequência de minha vida. Como o encaro ou o que faço com ele pode determinar o meu sucesso ou a minha derrota?
Desequilíbrio Financeiro. Será que sou vítima dos outros ou de mim mesmo?
Energia. O que é? Como ela nasce e de que maneira a produzo? Será que isso tem tudo a ver com os valores que vou aceitar como verdadeiros para a minha vida?
Sentimentos. Eu os administro ou me torno consequência deles? Será que isso interfere em minha vida? Como vivo tem a ver com o sentimento que eu produzo?
Símbolos. Para que servem no mundo espiritual e o que representam em minha vida atual?
Ser. Como me comporto frente a esta verdade? O que realmente significa SER?
Ter. Sei ter ou sou refém da matéria?
Religiões. O que são e como me comporto com referência a elas vai me permitir ver, ser lúcido ou apenas um seguidor cheio de bengalas?
Deus. Deus pai, deus energia ou simplesmente energia? Com qual destas opções vou pautar a minha vida?
Ateu. O que significa de fato ser Ateu?
Filosofia de Vida. Será suficiente para mim? Tenho que me apegar a mais coisas ou o que até aqui sei e como me comporto já basta?
Causa e Efeito. Será verdadeiro que minha vida é mesmo causa e efeito de meus valores e do que penso?
Livre-Arbítrio. O que acontece, e será que acontece mesmo alguma coisa em minha vida, quando interfiro no Livre-Arbítrio de outros seres vivos?
Fazer por agradar. Será que devo ser um ator no meu dia-a-dia e faço o que os outros querem que eu faça, ou anseio que me aceitem como sou?
Planeta Terra. O que estou fazendo aqui, nesta família, nesta sociedade, nesta cidade, neste emprego, neste Estado e neste País? O que este planeta representa no Universo e para que ele existe?
Saudades. Qual o melhor tipo de saudades? Quando a saudade é ausência?
Apego. O que acontece quando me apego demais às pessoas e às coisas materiais?
Posse. O que é efetivamente meu nesta vida?
Eu. Quem sou? Quem manda em mim? Estou cuidando de mim ou sou um pária?
Quando você tiver respondido a todas estas perguntas, irá descobrir quem é e o que está fazendo neste planeta e ainda qual o seu grau de evolução…
Se existirem muitas perguntas as quais não consegue responder é óbvio que você ainda segue alguém…”
(Autor: Saul Brandalise Jr., Site: http://somostodosum.ig.com.br)
jun 20
“Por que não consigo encontrar alguém que me faça feliz? Por que só me apaixono pelas pessoas erradas? Por que atraio sempre pessoas comprometidas? Por que simplesmente as pessoas não me enxergam? Por que a pessoa que está comigo me parece tão distante?
Inúmeros são os casos que atendo em meu consultório de pessoas muito bem sucedidas que almejam a felicidade no amor, mas dizem que não se encontram. Por incrível que pareça, se este campo for vislumbrado como impossível de ser estabilizado, os demais campos de sua vida também se desestabilizarão. O sentimento que vejo presente é sempre o mesmo: se não sirvo para isso, qual a razão de continuar a lutar pelo resto?
Costumo afirmar de maneira direta e objetiva que somos fruto daquilo que criamos, as coisas não acontecem de fora para dentro e, sim, no seu interior.
Mude sua energia, seus parâmetros de emissão de energia, ou seja, sua forma-pensamento, elimine todos os cordões emocionais que foram gerados no passado e tenha absoluta certeza que o amor se fará presente em sua vida.
Viver a vida de maneira intensa, sentir prazer, trocar experiências com as pessoas, estes são os desejos do universo para sua vida. Então, por que não entender o processo energético que estamos vivenciando e modificá-lo?
Muitas vezes não entendemos o porquê de maneira racional, mas ao realizar um atendimento com a mesa radiônica, podemos claramente identificar o bloqueio energético que está dando origem ao tipo de energia e situação que você está vivendo hoje.
Tomar as rédeas de sua vida significa mudar a sua energia, o seu padrão vibracional, significa mudar sua maneira de pensar, e isto é possível com o auxílio da radiestesia e da mesa radiônica.
As pessoas aparecem em nossas vidas exatamente da forma como nos mostramos a elas. Puxa! Isto nos leva a refletir: será que só atraio pessoas que não me fazem feliz? Será que quero ser feliz? Ou quero continuar a ser uma vítima da vida?
Por que me apaixono por pessoas erradas? Será que quero realmente alguém em minha vida?
Por que só atraio pessoas comprometidas? Será que quero realmente me entregar a um relacionamento e vivê-lo intensamente?
Por que a pessoa que está comigo me parece tão distante? Será que permito que o outro me enxergue por inteiro, ou vivo sempre em função de máscaras?
Veja: tudo é reflexo do seu interior, você atrai aquilo que emana, então, a chave está justamente em cuidar de você e de sua energia, ao invés de reclamar o que não tem e quer, busque o que deseja de fato!
A radiestesia ensina você a equilibrar suas energias, mudar seus padrões vibratórios e a desfazer os cordões emocionais formados no passado, e tudo isto está ao nosso alcance, pois tudo é energia.
A energia está disponível no universo para canalizarmos para aquilo que desejamos, e quando isso ocorre, um outro padrão vibratório se instala em sua vida e tudo começa a se modificar.
Sempre digo em meus cursos: você veio até aqui para aprender a vibrar pelo que quer ao invés de verbalizar de maneira contínua o que não quer, e fazendo isso poderá constatar como a sua vida se transformará!
Conto agora um caso clínico, de uma moça jovem e muito bonita que foi me procurar, por estar muito infeliz na parte emocional; dizia não se encontrar, dizia amar as pessoas erradas, enfim, dizia-se infeliz!
No atendimento inicial, fiz um equilíbrio completo de todas as suas energias através da mesa radiônica. Suas freqüências vibratórias estavam muito alteradas, pois a sua forma-pensamento estava propiciando o desequilíbrio em todos os campos vibracionais, ou seja, a parte de saúde estava começando a ser afetada, o emocional estava muito negativo e o mental muito acelerado como uma forma de fuga da realidade.
Após a completa reestruturação de todos os campos vibracionais, parti para a profunda análise dos bloqueios vividos.
Em princípio, identifiquei um primeiro bloqueio há uns 9 anos e lhe perguntei o que havia ocorrido. Então, ela me disse que tinha muita vergonha do que fizera nessa época; pedi a ela que unisse forças e verbalizasse o ocorrido.
Assim, começou a me contar: eu estava com um ano de casada, quando comecei a trair meu marido de forma contínua com o advogado que fora contratado para fechar a confecção que eu tinha com meu marido. O pior de tudo é que eu nem amava esta pessoa, simplesmente traía por um desejo sem controle.
O meu marido era uma pessoa ótima, sabe do tipo príncipe encantado, o homem que toda mulher queria por perto, e eu o amava de fato, só que a traição era uma forma de tornar esse amor cada vez mais intenso, e isto durou por cinco anos.
Nossa! Fiquei abismada! O julgamento não faz parte da vida de nós, terapeutas, mas algumas vezes nos assustamos! Complicado ouvir que a pessoa ama a outra e ao mesmo tempo a engana.
Parei um pouquinho e fiquei observando-a, ela estava muito alterada energeticamente. Todo aquele equilíbrio inicial que eu havia feito tinha se desestruturado novamente.
Pedi que continuasse a me contar. Ela me confessou, então, que um dia chegou em casa e contou ao seu marido, pois não mais podia viver daquela forma e se separaram.
Sugeri a ela que voltasse em um segundo atendimento e lhe expliquei que a origem da falta de amor em sua vida não estava nesta situação de bloqueio que eliminamos, inicialmente, mas em algum bloqueio mais profundo que poderia somente ser identificado após a estabilização de sua energia.
No segundo atendimento, equilibrei novamente todas as suas freqüências energéticas e partimos para uma identificação de bloqueio mais profunda.
Identifiquei uma nova data, esta quando ela tinha apenas 5 anos de idade. Neste momento, ela me disse: nossa, eu trai meu marido por conta de vingança!
Uma observação faço neste ponto: o tempo entre um atendimento e outro foi necessário para que ela trouxesse toda a situação de maneira clara para a consciência e pudesse identificar o ocorrido; somente desta forma situações repetitivas não retornam para nossa vida.
Eu pedi que ela fosse mais direta, me contando o que havia ocorrido e ela narrou: quando eu tinha apenas cinco anos, peguei meu pai com outra mulher na cama dele e de minha mãe.
Minha mãe trabalhava à noite em plantões alternados, pois era médica e eu sempre ficava com meu pai e ia dormir muito cedo, pois acordava cedo para ir para escola. Naquela noite, por algum motivo me levantei e fui até a sala e quando passei pelo quarto de meus pais, ouvi barulho… e pensando que minha mãe havia voltado, fui olhar pela fresta da porta e vi que quem estava lá era outra mulher.
Nunca, mas nunca mesmo, contei isso a alguém… sentia muita raiva e ódio de meu pai, tinha vontade de me vingar dele por minha mãe, uma vez que não podia contar nada do que havia visto.
Comecei, então, a juntar os aspectos que havíamos identificado dizendo a ela: veja, você não encontra ninguém em sua vida porque não quer ser amada de fato, e caso isso venha a ocorrer, você encontra uma situação que a afaste disso.
Inicialmente, foi o que fez com seu casamento e nos outros relacionamentos é assim que age, simplesmente porque tem muito medo de que o que aconteceu com sua mãe venha a acontecer com você também.
As pessoas comprometidas que você atrai é para que não se entregue totalmente, as que não querem comprometimento são um reflexo disso, porque nunca gerarão uma união de fato.
A partir deste momento, a sua energia está curada, o bloqueio foi desfeito e a sua energia está equilibrada. Observe a vida, viva intensamente as coisas que ocorrem à sua volta, distribua alegria; seja você mesma e volte em breve me contando como sua vida se transformou.
Após oito meses, recebo uma ligação desta moça dizendo estar vivendo um novo relacionamento de maneira muito mais intensa e com uma entrega que nunca havia sentido em sua vida e finalizou: como é bom sentir tudo isso!
Você transformou seu padrão energético vibracional e, como conseqüência, passou a viver situações condizentes com a sua nova energia!”
(Autora: Maria Isabel Carapinha,Site: http://somostodosum.ig.com.br)
jun 19
“Rebeca conheceu Rubens num grupo de estudos, logo se tornaram amigos, pois houve grande empatia entre eles, porém, ela estava muito ferida por causa do fim do seu casamento, assim não se sentia aberta para mais nada. Só pensava no passado e todas as vezes chorava o desencanto no amor.
Quando veio me procurar para uma sessão de vidas passadas queria saber como encontrar sua alma gêmea, um amor que fosse também um companheiro. Mas, emocionalmente não estava aberta a abrir mão do sofrimento, porque esta era uma ferida aberta e a única ligação que sobrou do antigo relacionamento, claro que não era uma escolha consciente, pois ninguém quer se prender a dor.
A Sessão de Vidas passadas, na ocasião, mostrou vários aprisionamentos íntimos, histórias de casamentos frustrados, decepções… mas o que estava causando sofrimento era a piedade que ela desenvolveu para consigo mesma. Ela tinha tanta pena de estar sofrendo que criou um comportamento repetitivo. Chorava porque o pai saiu de casa quando ela era criança e a mãe teve que lutar sozinha para criar os filhos; chorava porque aos dezoito anos se casou e em seguida teve duas filhas e terminou por se separar tendo que criar as meninas por seus próprios esforços porque o marido não ofereceu apoio. Chorava porque depois de se doar no segundo casamento, o marido simplesmente traiu ela com uma colega de trabalho. Enfim, o drama era grande, a história era de fato muito triste, mas o problema era a visão que Rebeca criou de si mesma.
Ela se via como a vitima, como a coitada da mulher traída e com isso as coisas boas que ela fez, suas conquistas, suas vitórias não eram computadas. Ela somava derrotas, o pensamento, a vibração, estava viciada em ver os problemas, em se lembrar das coisas ruins que passou e com isso continuava atraindo sofrimento. Esquecia de focar a atenção nas vitórias que também foram muitas, afinal, ela tinha uma boa posição profissional, as filhas estavam formadas, já tinha inclusive um netinho lindo. Então, por que se fixar na dor?
Por que não se permitir conhecer outra pessoa?
Conversei muito com Rebeca. Falamos da vida e do quanto é importante assumirmos uma postura mais madura, sem tantas ilusões. E foi quando ela me confidenciou que o ex-marido, o mesmo que a traiu com a colega de trabalho, fazia suas pernas tremerem, e depois de anos de casamento, ela ainda sentia um frio na barriga com medo de ser abandonada, enquanto que com Rubens ela experimentava uma suavidade que não sabia explicar. O amigo/namorado era uma pessoa boa, de bom caráter, tranqüilo, trabalhador, mas ela sempre comparava os dois e esse último não dava o friozinho na barriga que ela associou à paixão…
Será que estou acostumada com o sofrimento? Perguntou ela, finalmente, compreendendo que havia se fixado num padrão energético de insegurança que era uma referência muito intensa em sua vida.
Acho que sim. Respondi sem mais pudores. Expliquei para Rebeca que a mudança da vibração precisa ser acessada também no nível da consciência. Precisamos entender o que está errado para podermos mudar, e quando descobrimos nosso erro precisamos persistir num caminho de cura e é nessas horas que participar de grupos, abrir a energia, observar outras pessoas, ajuda tanto. Nesses grupos, podemos encontrar nossos irmãos de alma, nossos gêmeos na sintonia.
Para sair do sofrimento, dar uma chance para o novo e também para reconhecer um amigo espiritual, uma alma irmã, alguém com a sintonia de uma alma gêmea… é preciso sair de casa, e também da zona de conforto.
Às vezes, o vício mental e a repetição de pensamentos recorrentes nos prendem à dor, pois quando estamos sofrendo, pensamos naquilo o tempo todo. Se você está se sentindo assim, sem conseguir ver uma luz no fim do túnel, saia de casa. Arrume um curso, um novo estudo, freqüente algum grupo de oração, meditação porque o caminho é se libertar e se abrir para os bons companheiros da jornada. Boa sorte!”
(Autora: Maria Silvia Orlovas, Site: http://somostodosum.ig.com.br)
jun 18
Este é um artigo publicado no “La Vanguardia em 27/11/2002″, é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A Entrevistada por Victor M. Amela é Ghislaine Lanctot, uma ex-médica e autora de “A Máfia Médica”, que desafia o atual sistema de saúde.
“Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma. Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37e 28 anos) e quatro netos. Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.
A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro “A Máfia Médica”.
Estou gripado, o que você me receita?
- Nada.
Nem um pouco de Frenadol?
- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.
Mas eu fico na cama ou não?
- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!
Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!
Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: “Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio”!
- Claro que sim, como todos…
Bem, aí está… Minha atitude seria: “Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco”. E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente…
- V. se deu uma gripe de presente, você diz?
Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.
- Mas ninguém quer uma doença…
A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!
- Talvez o mais prático fosse um comprimido…
Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.
- Não me diga agora que a medicina mata…
Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.
- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.
Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!…
Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.
- Prefere remédios alternativos, por quê?
Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia… a prática da yoga… a meditação… são mais baratos… e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.
Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.
O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações…
E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela… não haverá câncer!
- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?
Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves…
- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.
A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo… E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.
- Bem, tenhamos então a alma em paz… mas, se por acaso encontrarem a vacina.
Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?
- Já tenho feito isso várias vezes…
E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora … No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!
- Acho que vou continuar com as vacinas…
Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais…
- Por que abominou a medicina?
Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso… e fui expulsa da faculdade de Medicina.
- Ou seja, você já não pode prescrever remédios…
Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!
- E a quem interessa a “máfia médica”?
À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância)… O que está por trás disso? O dinheiro!
- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno…
Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.
- Qual foi sua última doença?
Dois dias atrás, heheee… uma diarréia!
- E para refletir o que em sua alma?
Oh, eu não sei, eu não analisei… simplesmente limitei-me a não comer… E já me sinto bem!
- Mas, e se ficar muito mal, hein?
Sei, sei… Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador… Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus!”
(Autora: Silvana Partucci, Site: www.stum.com.br)
jun 17
“Eu confesso: Sou romântico! A minha geração passou pelos anos 70 onde se gritava o bordão PAZ E AMOR, tempos do Rock in Rio, Led Zeppelin, Genesis, Dylan, mas também existia o bar, o banquinho e um violão onde todos entoavam o refrão: “Vi tanta areia andei, da lua cheia eu sei, cansei de ser sozinha”, época da Cuba-Libre e dos bailes de garagem, Bethania surgia cantando Gonzaguinha e lendo maravilhosos textos de Fauzi Arap.
Sou do tempo que toda garota tinha em sua estante aqueles bolachões com músicas temas das principais novelas das oito e todo fim-de-semana nos reuníamos na casa de alguém para ouvirmos aquela doce melodia, que embalava nossas paixões, às vezes até secretas, pela nossa timidez. Lembro-me quando não se era correspondido no amor, se dizia: Estou em uma fossa danada.
Nessa época, a droga não existia em nossas rodas. Claro que o pessoal do PAZ e AMOR já peregrinavam pelo LSD e outras drogas, mas eram pessoas mais velhas. Nós éramos todos românticos e sonhadores, ninguém possuía carro, mas percorríamos quilômetros a pé pelas ruas do nosso bairro em busca de aventuras amorosas e, no domingo, fazíamos o balanço das nossas eventuais conquistas.
Não sou saudosista, mas confesso que naquela época os relacionamentos eram outros. Nossa maior balada eram os bailinhos de garagem, a matinê no Clube ou o cinema no final das tardes de domingo, que sempre terminavam em uma lanchonete comendo um hambúrguer e saboreando um Milk Shake.
O ponto é: o que acontece hoje em dia com os relacionamentos? Está tudo tão vazio em torno do amor, que os jovens estão andando em círculos em busca de um prazer que é efêmero. Beijava-se pouco, mas se amava muito… Hoje isso se inverteu, beija-se muito e ama-se pouco. Não existe um começo um meio e um fim. Na época, trocávamos cartas e bilhetes na saída da escola; hoje, troca-se música no MP3 e no Ipod e cada um na sua.
Hoje se mistura álcool, drogas e energizantes com direção… e se mata pela madrugada, achando natural essa loucura. Reúnem-se em lojas de conveniências, envolvendo-se em brigas homéricas e covardes, muitas vezes tirando suas próprias vidas, por banalidades difíceis para o entendimento dos pais que sofrem por não saber o que os filhos estão fazendo, nas ruas.
Já na fase adulta, que acontece com o relacionamento do homem, que não entende uma poesia, não sabe distinguir verso de prosa, nunca leu um romance e sente sono ao assistir um drama, alegando que as “letrinhas” são muito pequenas e seu único assunto são as peripécias com seu carro, sua moto, ou o time de futebol, naquelas horrendas rodinhas que se formam ao redor do churrasco aos domingos.
O que acontece com a mulher, que pela evolução tornou-se mais bonita e exuberante, é independente financeiramente, dona de si, mas sonha com um abraço apertado e um ombro amigo como porto seguro que lhe permita a paz e a quietude depois de um dia duro e estressante de trabalho, e por mais bonita, inteligente e exuberante que seja não encontra esse companheiro…
Onde anda o romantismo nos relacionamentos, respeito, admiração, orgulho da pessoa que está ao seu lado, onde anda o amor que todos buscam? Ao contrário, o que se vê são mulheres amedrontadas e escorraçadas pelos seus maridos, agredidas na frente dos filhos. Ao contrário, o que se vê, são homens fracos, mesquinhos, egoístas sem escrúpulo, que não aceitam o fim de um relacionamento tendo sua macheza ferida e vingada com a morte da companheira.
Relacionamento é uma via de duas mãos, uma troca onde existe o prazer, de procurar fazer o outro feliz, nas pequenas coisas do dia-a-dia, esse mundo que aí está nos tornou frios e céticos em relação ao amor ao romantismo e ao bem querer, ninguém consegue mais dizer: Eu te amo! Ninguém consegue mais olhar no olho, ninguém mais tem coragem para amar, ninguém mais senta e conversa, ninguém mais revê fotos do casamento, ou daquela viagem que foi dos sonhos.
Relacionamento é repetir as mesmas coisas, todos os dias, sem medo de ser chato, de cair no ridículo. Relacionamento é deixar de ser macho para ser homem, entender que mulher gosta de carinho e não de porrada. Relacionamento é a mulher também deixar de querer ser dona de si e criticar menos o seu companheiro para também lhe dar mais carinho e atenção.
Relacionamentos acabam, porque ambos deixam de ser o que eram antes do casamento. Em algum lugar, nesse caminho, as pessoas se perdem e daí a distância torna-se muito grande entre eles, mesmo que ainda permaneçam juntos vivendo sob o mesmo teto, ou se encurta essa distância, ou essa mesma distância mais cedo ou mais tarde, certamente irá separá-los.
Pense nisso.”
(Autor: Nelson Sganzerla, Fonte: http://somostodosum.ig.com.br)
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